Maus conselhos relação de amigos

Maus Conselhos (Letra) – Ultra Leves Letras da musica: ó não contou o que é verdade E o que é mentira Se você olhar pros lados Ás vezes pode me ver Vou te lembrar Você pediu pra não esquecer E você precisa encontrar alguém Pra te guiar por esse mundo estranho Um cara legal e que quer te fazer feliz E depois de pensar bem, você Acha ... Atriz falou sobre antiga relação destrutiva e deixou conselhos para quem passa pelo mesmo. ... Os conselhos de Scarlett para ultrapassar maus relacionamentos. ... enquanto os meus amigos estão ... Reconheça que o processo de recuperação demora algum tempo. Dê a si próprio(a) esse tempo necessário para fazer o luto do fim desse relacionamento, bem como das expectativas e desejos que detinha em relação ao mesmo; Aceite que vão haver dias bons e dias maus. Pense em algumas maneiras de lidar com os maus dias; Fale sobre os seus ... E no segundo texto a situação é ainda pior, pois se Paulo nos recomenda cautela e zelo com relação aos maus amigos deste mundo, para não nos deixarmos influenciar por seus maus pensamentos e valores, com relação aos que estão dentro da família ele é ainda mais severo e isso tem uma razão, nós da família de Deus, ou pelo menos nós ... E depois de pensar bem, eu Acho que é você Acho que é você, mas não está nem aí Acho que é você, que não vai me iludir Acho que é você, mas veio me falar Que nessa relação pode me magoar Mas esse é apenas um conselho De uma velha amiga Que não tem mesmo sequer Um motivo pra ficar comigo Mas esses são apenas Maus conselhos entre ... Uma relação de amizade implica intimidade, partilha de informações, de desejos, sonhos. Com os nossos amigos verdadeiros nós podemos revelar as nossas fraquezas, nossos segredos, porque existe uma relação de confiança. Vemos na Bíblia que o próprio Jesus não tinha muitos amigos, Ele escolheu apenas 12 pessoas para o acompanharem ... A relação não vai certamente de vento em popa e, a cada dia que passa, de certeza que maus hábitos fizeram com que a vossa união simplesmente… murchasse! Para que tal não aconteça, aqui ficam vários conselhos: evitem os 10 erros que minam qualquer relacionamento! 1. Não partilhar tempo de qualidade A qualidade é mais importante do que a quantidade. Cultivar uma rede de amigos e conhecidos é bom, mas também é recomendável ter alguns amigos que sejam verdadeiramente próximos e que te acompanhem nos bons e maus momentos. Como posso cultivar as amizades? Em toda relação saudável, é preciso saber dar e receber. Em análise aos tipos de amigos, conclui-se que o homem escolhe a coisa ou o ser com quem quer manter relação de amizade; pode ser infiel ao companheiro e pessoa que dá maus conselhos. Porém, é aconselhável amar os amigos em todas as circunstâncias, envolver-se na vida deles e dar destaque às suas qualidades. Ele é esperado de você. Não se esconda em seu escudo, vamos futuros amigos apreciam você, seus lados bons e maus, para ver suas cores verdadeiras. Amizade implica uma relação de confiança, se você não está pronto para isso, rever o seu comportamento. Como e onde encontrar os amigos? E o último problema — onde e como.

Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 7 graduaçao universitaria

2020.07.23 10:28 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 7 graduaçao universitaria

A UnB E O CACD
Já ouvi muita gente perguntar quais disciplinas universitárias são úteis para os estudos para o CACD, mas nunca vi nada escrito a respeito. Com base em minha experiência universitária, cito, aqui, o que foi (e o que não foi) útil para minha preparação. Minha graduação é em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, pela turma LVII (2007-2010). Para aqueles que não estudaram na UnB, sugiro, caso se interessem por isso, que confiram, na página http://www.matriculaweb.unb.br, qual o conteúdo programático das disciplinas sobre as quais falarei a seguir, para que possam ter, mais ou menos, uma ideia a respeito. Obviamente, é tudo muito relativo e depende de vários fatores (especialmente, do professor da matéria e das leituras selecionadas), mas, de qualquer forma, seguem as recomendações (as matérias estão listadas, aproximadamente, de acordo com a ordem de pré-requisitos).

DIREITO
Introdução ao Direito 1 e 2 (ID 1 e 2) – não ajuda em praticamente nada.
Teoria Geral do Direito Público (TGDP) – ajuda tão pouco que só vale a pena fazer se for obrigatória mesmo, ou se quiser fazer Direito Internacional Público.
Teoria Geral do Direito Privado (TGDPri) e Direito Internacional Privado (DIPri) – a Faculdade do Direito é um pouco seletiva quanto a matricular os alunos de outros cursos nessas matérias. Dessa maneira, não conheço ninguém que as tenha feito (que não curse Direito). De todo modo, não acho que seja muito importante para o CACD. Toda a parte de DIPri (que é o que, realmente, interessa para o concurso) foi dada, no cursinho, em uma aula de 2 horas. É bastante possível, também, estudar isso sozinho (veja as indicações de leitura na Parte IV deste documento).
Direito Internacional Público (DIP) – fiz com o prof. Eugênio Diniz e foi ótima matéria, mas não cobre todo o edital nem de longe; estudar sozinho pode ser mais produtivo.
Direito Administrativo 1 e 2 e Direito Constitucional 1 e 2 – não fiz, mas já ouvi comentários de quem fez e acho que não vale a pena. O conteúdo de Direito interno cobrado no CACD não é muito extenso e pode, com economia de tempo, ser estudado ou individualmente, ou em um cursinho. Além disso, os próprios professores dessas matérias costumam dizer: não são matérias para concurseiros.
ECONOMIA
Introdução à Economia (IntEco) – fundamental. A matéria dá boa base para os estudos, mas não é suficiente. Como acontece com todas as matérias cobradas, é necessário complementar os estudos, mas a disciplina ajuda bastante a dar uma noção inicial mais geral. São muitas turmas e muitos professores por semestre, com alta rotatividade (há muitos mestrandos). Se houver a opção de fazer com a Geovana Bertussi, não perca a chance. A propósito, se alguém se interessar, as apostilas de Introdução à Economia da UnB podem ser ótimas fontes iniciais de estudos (para saber como adquiri-las, entre em contato pelo site: http://www.unb.bfaceecointeco).
Fiz, também, Economia Quantitativa, mas é inútil para o concurso (embora seja pré-requisito para Microeconomia 1 e 2, Macroeconomia 1 e 2 e Economia Internacional). Defendo que não é necessário fazer todas essas matérias para estudar para o CACD. O que se cobra de Microeconomia, de Macroeconomia e de Economia Internacional é um pouco superficial (embora isso não signifique ser completamente simplório) perto do que você verá em todas essas matérias, e você pode estudar sozinho (para sugestões de leituras, vide a Parte IV - Sugestões de Leituras). Claro que elas podem ajudar de certo modo (para estudar, usei vários materiais dessas disciplinas, que consegui com amigos), mas não são imprescindíveis. Considerando, ainda, o nível e o tipo de cobrança de Economia nas últimas provas, acho que há mais um motivo de despreocupação (as provas têm sido bastante analíticas e gerais).
Formação Econômica do Brasil (FEB) (1500-1930) – bem importante, mas não imprescindível. Recomendo os professores Bernardo Mueller, Flávio Versiani, Adriana Amado ou José Novaes (com a ressalva de que o Novaes é conhecido por ser extremamente exigente, mas com o benefício de se aprender bastante).
Economia Brasileira (EB) (1930-atualmente) – muito mais importante que FEB. Fiz com a professora Geovana Bertussi, que é, sem dúvida, a melhor opção (embora ela não dê a matéria todos os semestres). Dos demais professores, nunca ouvi falar de algum que, realmente, valha a pena. Na falta, veja as sugestões de bibliografia na Parte IV deste documento.
História Econômica Geral (HEG) – fiz com o professor José Novaes, e foi uma matéria excelente, apesar de muito exigente. Foi a matéria em que mais li em toda a graduação (ele começa na Babilônia e vai até meados do século XX). Os métodos de avaliação são múltiplos, e o professor é muito exigente, mas foi uma das matérias da universidade em que mais aprendi. Para o concurso, pode ajudar com algumas matérias de História Mundial: Revolução Industrial, economia do século XIX, crises econômicas dos séculos XIX e XX, primeira guerra mundial e economia na década de 1920. Não recomendo com o professor Luiz Carlos Cavalcanti, uma vez que já ouvi diversas reclamações sobre ele. De todo modo, não é indispensável.
GEOGRAFIA
Geografia Política (Geopolítica) – foi a única matéria da Geografia que fiz. Achei interessante, e é útil para o concurso (cobre a parte do edital sobre “temas clssicos da Geografia Política”). Acho que as demais matérias da Geografia n~o valem a pena. O conteúdo exigido no concurso é bem elementar, se comparado às demais matérias exigidas; dá, tranquilamente, para estudar sozinho.
HISTÓRIA
Introdução ao Estudo da História (IEH) – não vai ajudar em nada, mas é necessária, por ser pré-requisito das matérias do Departamento de História.
História Social e Política Geral (HSPG) – não recomendo a ninguém, só se o professor for muito bom (raridade nessa matéria).
História Social e Política do Brasil (HSPB) – foi muito boa (fiz com a prof. Ione); pelo que já ouvi, os professores da matéria são quase sempre recomendáveis.
História do Brasil 1, 2, 3 e 4 – só fiz a 1, e, apesar de boa, não ajuda em quase nada para o CACD. Pelo que já ouvi, as outras podem ser úteis, mas nada que estudar sozinho, com boa bibliografia, não substitua. De qualquer forma, todas as matérias de HB têm apenas Introdução ao Estudo da História (IEH) como pré-requisito, então você pode fazer apenas HB2, HB3 e HB4, na ordem em que preferir, para estudar para o CACD (para HB2, prefira a prof. Diva; para HB3 e para HB4, prefira a prof. Ione).
História Contemporânea 1 e 2 – não fiz, mas já me falaram muito bem (um dos professores, Virgílio, já deu aula em cursinho preparatório para o CACD; já ouvi bons e maus comentários sobre o Wolfgang, que também dá a matéria às vezes).
História da América 1 e 2 – não fiz, mas já me falaram muito bem (o Francisco Doratioto, que dá a matéria às vezes, é membro da banca corretora de História do Brasil).
História das Relações Internacionais do Brasil (HRIB) – é ofertada pelo IREL. Boa matéria, usa o livro do Amado Cervo e do Clodoaldo Bueno como literatura básica, e o professor (Carlos Lessa) faz parte da banca de História do Brasil. Recomendo (ainda que, como pré-requisito, haja a não tão recomendável assim História das Relações Internacionais Contemporâneas, com o prof. José Flávio Sombra Saraiva). Foi uma das poucas matérias da graduação cujas anotações usei extensivamente, na preparação para o concurso.
Política Exterior do Brasil Império – já foi ofertada pelo IREL, mas apenas ocasionalmente. Foi uma matéria muito boa (na verdade, não é só Império: começa nos primeiros tratados de limites Portugal-Espanha e vai até o início da República, com o Tratado de Petrópolis). Como é bem pouco provável que a matéria seja ofertada novamente, sugiro uma das principais leituras da disciplina: Navegantes, Bandeirantes, Diplomatas: um ensaio sobre a formação das fronteiras do Brasil (Synesio Sampaio Goes Filho) – excelente obra sobre formação territorial brasileira. É indispensável a leitura completa (h um fichamento da obra disponível no “REL UnB”).
POLÍTICA INTERNACIONAL
Introdução ao Estudo das Relações Internacionais (IERI) – bastante inútil. Só pode ter alguma utilidade se você pretender cursar as disciplinas do Instituto de Relações Internacionais (REL) que a têm como pré-requisito (quase todas). Se não for seu caso, sugiro estudar a parte de Teoria das Relações Internacionais pela bibliografia sugerida na Parte IV deste documento.
Introdução à Ciência Política (ICP)/Teoria Política Moderna (TPM)/Teoria Política Contemporânea (TPC) – o que pode ser útil dessas matérias é quase nada (só para não dizer “nada” mesmo), ent~o acho que não vale a pena fazer essas matérias apenas visando ao CACD.
Teoria das Relações Internacionais 1 e 2 (TRI 1 e 2) – a parte cobrada de TRI no concurso é tão elementar que considero perda de tempo fazer as duas matérias apenas para estudar para o CACD. De todo modo, se forem obrigatórias para você, tanto melhor, que não será necessário se preocupar com os estudos dessa parte. Para os demais, vide as recomendações de leituras desse assunto na Parte IV deste documento.
Organizações Internacionais 1 (OI 1) – aprendi bastante sobre: a Liga das Nações, o uso da força, a ONU e a atuação do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Acredito não ser necessário cursar a disciplina, apenas a leitura dos textos pode ser suficiente. Destaco duas leituras que considero mais importantes:
- “Diplomacia e Fiasco. Repensando a Participaç~o Brasileira na Liga das Nações: elementos para uma nova interpretaç~o” (Norma Breda dos Santos, in: Revista Brasileira de Política Internacional, vol. 46, nº 1, pp. 2-27) – importante para a prova de História do Brasil.
- O Conselho de Segurança após a Guerra do Golfo (Antonio de Aguiar Patriota) – o livro todo (a obra est disponível para download no “REL UnB”).
História das Relações Internacionais do Brasil (HRIB) – já citada em História.
Temas das Relações Internacionais do Brasil – matéria também ministrada pelo Antônio Carlos Lessa, trata de análise mais recente da evolução da política externa brasileira e usa como base os dois volumes do Relações Internacionais do Brasil: temas e agendas. Matéria não recomendada para quem ainda não cursou História das Relações Internacionais do Brasil (apesar de esta não ser pré-requisito para aquela). Não a cursei, mas já ouvi bons comentários a respeito.
Nenhuma outra matéria que cursei na UnB foi, de fato, significativa para os conhecimentos avaliados no CACD. Acho que disso já dá para perceber que cursar Relações Internacionais pode não significar muita coisa com relação aos estudos para o CACD. Praticamente todo o esforço de estudos para o CACD acaba sendo próprio.
LÍNGUAS
Quanto às provas de Português, de Inglês, Espanhol e de Francês, não tenho nenhuma recomendação de disciplina a fazer. Para a segunda fase de Português, como a cobrança e a correção são muito específicas do CACD, recomendo apenas os cursinhos preparatórios para o CACD mesmo. A prova de Inglês exige domínio avançado da língua, não apenas os conhecimentos básicos que se adquire em cursos regulares do idioma ou em disciplinas instrumentais. Por isso, acredito que, caso você sinta necessidade de aprender mais, o mais recomendável deve ser um cursinho específico para o CACD. Há a disciplina de Inglês nos cursinhos preparatórios voltados para o CACD, mas há, também, cursos de Inglês especializados na prova. Para mais informações, veja a próxima seç~o, “Cursos Preparatórios”. Como o nível de cobrança das provas de Espanhol e de Francês é elementar, acredito que as disciplinas optativas dessas línguas podem ser úteis. Tenho um pouco de preguiça de cursos de idiomas em escolas de línguas, pois, além de demorarem muito, você fica muito dependente do andamento da turma como um todo. Espanhol eu já havia estudado no ensino médio, em um curso regular de idiomas, e na Argentina, em 2010, então revi pouquíssima coisa para o CACD. Fiz aulas particulares de Francês e acredito que foi a melhor opção. De todo modo, se você tiver disponibilidade de tempo e ânimo, bons cursos de Espanhol e de Francês podem ser úteis no longo prazo.
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2020.06.02 06:45 ValBSJr Em meio a tanto caos, algo diferente.

Vi tantas pessoas falando aqui que não estão sendo produtivas, não estão contentes com o rumo que a vida tomou....em fim...tenho duas coisas a dizer
1- A culpa de vc chegar onde chegou é sua sim.
2- Ainda dá tempo de mudar.
Sempre fui um procrastinador de carteirinha, com tudo....trabalho...saúde...família...Então um dia de domingo depois de acordar com uma ressaca acumulada de 3 dias (que ressaca viu amigos) eu simplesmente vegetei o dia inteiro na cama...passei o restante do dia inteiro deitado olhando pro teto, não pensava em nada...não queria fazer nada. No dia seguinte, decidi que não queria mais aquilo em minha vida. Minha vida se resumia a matar aula da faculdade pra ir beber (meu curso era integral imagina o tempo que eu passava no bar) sair pra comer e ficar em casa online. Eu estava a 7 anos em uma faculdade, estagnado, obesidade grau 3 e o pior de todos em minha opinião era a solidão que era culpa minha msm, que me isolava das pessoas.
Então amigo agora falo da soluça milagrosa que chama-se: atitude. Acredite em mim, é o que faz toda a diferença. Muitas pessoas querem ajudar, mais isso não pode acontecer se vc não se ajudar primeiro. O que me dá perícia pra falar disso é minha própria experiência e mais nada. Primeiro larguei a faculdade e vario maus hábitos. Em seguida arrumei um emprego. Demorou bastante a acostumar com a vida de adulto mais consegui. Trabalhando duro pra melhorar o salário não me sobrava muito tempo pra sair pra beber, então meu lazer se resumia a comer e jogar nos finais de semana. Com o tempo comecei a participar mais das reuniões de família e foi ótimo pois foi bem na época que a empresa a qual eu trabalhava me deu a oportunidade de estudar novamente. E eu aproveitei...só que dessa vez com mais maturidade.
Então nessa época minha vida estava da seguinte forma: trabalhava 44hrs por semana, de segunda a sábado, e cursava contabilidade no período noturno. Nós finais de semana passava tempo com a família. Estando na posição de aluno que trabalha vc enxerga tudo de outro jeito, descobre que é mais barato prestar atenção na aula pra não ter que assistir vídeo aula em casa até porque eu não tinha tempo pra isso...descobre tbm que quando se trabalha os happy hours depois da aula custam mais caro pra vc que pra os colegas que acordam 10hrs da manhã e pode escolher se toma café ou espera o almoço. Ate aqui tinha saído de universitário, fodido para pagador de funcionário, bolsista da empresa e pagador de impostos....bom né? Ao me aproximar da família novamente tbm ajudo na solidão...só que não em tudo. Aí vem outra grande mudança.
Conheci a pessoa que foi a razão de eu querer crescer mais ainda...minha noiva. Conheci ela através de amigo da faculdade uma das poucas vezes que participei das reuniões depois da aula. Eu achava que minha vida era complicada...mais a dela... um resumo...ela tinha perdido a mãe a poucos meses, era brigada como resto da família, era bolsista do fies e desempregada. Quanto mais eu conhecia ela mais eu queria crescer, pra dar tudo que ela precisava...amor...carinho...apoio...amizade...conselhos....tudo msm. E consegui, em pouquíssimo tempo nossa relação ficou íntima e sólida. E ao lado dela dei outro grande passo que foi sair de casa pra morar com ela...como dizia minha avó...juntei as escovas de dentes. Então...trabalhei por 3 anos até ter a oportunidade de estudar novamente. No meio da faculdade conheci minha noiva e após 1 de namoro resolvemos morar juntos. Ficou faltando eu cuidar da saúde né, então aqui vai como procedeu essa parte.
No último semestre de faculdade eu fazia alguns trabalhos externos para a empresa que me agregavam horas extras para concluir a graduação e em um desses trabalhos tive um desmaio repentino, estava sozinho e acordei caído ao chão sem ter a menor noção de como havia caído nem quanto tempo fiquei desacordado. No dia seguinte fui ao médico fazer exames...clínico geral...cardiologista, endrocrino...neuro....acabei descobrindo que tive um pré-infarto causado pelo sedentarismo e principalmente pelo sobrepeso. Eu tinha 30 anos, 1,74 e pesava 120kgs. Aí veio outra mudança...fui a nutricionista e me matriculei em uma academia...e aos poucos fui adquirindo hábitos mais saudáveis.
Hoje, aos 33 anos, peso 92kgs (talvez 95 desde que começou a 40tena) ainda trabalho 44 hrs por semana me exercito de 4 a 5 vezes por semana 2 vezes por dia. Tive muitas recaídas...furei dieta...passei muito tempo sem perder peso...engordei algumas vezes...mais tudo isso faz parte da experiencia.
Por isso que quando falei que a culpa é sua...eu enxerguei a minha culpa primeiro....e a vitória foi minha...claro, tiveram pessoas ao meu meu lada, mais eu que permiti elas estarem ali então a vitória ainda assim foi minha. E pode ser sua também, basta vc querer. Não comece a dieta na segunda, não deixe pra ler o livro antes de dormir ou quando for a algum lugar onde não tem internet. Comece a ser a melhor versão de você. Se eu consegui vc também consegue.
Ficou BEM longo...espero que tenham gostado.
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2020.01.13 12:30 AntonioMachado [2012] Oliver James - Como desenvolver a inteligência emocional

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2017.09.11 11:00 deuszebu Confiança & Arrependimento [Nine-Nine] Mais Uma Vez

Nasci em 91. Tenho uma família arcaica, assim como a maioria das pessoas de idade avançada do interior onde moro. Não os culpo por isso, uma vez que se reflete na falta de instrução dos mesmos. Desde criança, gostei muito de jogar e, naturalmente, meu PC tem sido meu melhor amigo desde então. Durante anos me envolvi com jogos de interpretação de papéis (RPG) e, pra mim, essa era uma proposta perfeita para a fuga da realidade. Uma vez imerso em tais aventuras, fiz alguns amigos virtuais. Eram eles transeuntes, os quais marcavam bons momentos e apenas se iam, sem despedidas. Já não tenho contato com quase nenhum destes.
Interpretar papel é algo que faço bem, as vezes, inclusive, me perco de quem sou ou deveria ser, segundo o que espera-se da minha pessoa. Nunca enxerguei a vida real com um real brilho nos olhos, tive bons amigos, com os quais me diverti bastante, com ou sem drogas envolvidas, mas até então não havia nenhuma conexão com alguém que eu considere tão admirável quanto os personagens que eu mesmo interpretara em tais aventuras. Eis que surge em minha vida um elemento conhecido pelo vulgo Bruxo. Em primeira instância não tinhamos importância alguma um pro outro e, durante anos, nos viamos ocasionalmente e não nos falávamos muito. Sua presença geralmente era aguardada por muitos, se não todos e, onde quer que estivesse, se fazia atração.
Pelo pouco que pude observar, era nítido o seu poder de retórica, enquanto eu, por minha vez, era extremamente introspectivo e imerso em minha mente. O silêncio não me incomodava a mim, talvez sim aos que estivessem ao meu redor. A partir do momento que fui alertado sobre ser tão calado, passei a me sentir um tanto quanto um espião e, de certo modo, evitei estar em locais onde a minha presença não era uma necessidade. Meu primeiro contrato com o Bruxo foi um celular o qual ele me vendeu num valor bem barato e me fez acreditar que eu era alguém especial para ele, segundo seu diálogo envolvente. O mesmo me alertou para não comentar sobre a aquisição com as pessoas em comum ao nosso meio, que se resumia à cerca de umas vinte pessoas, na época.
A partir desse momento, me senti em débito de fidelidade com o mesmo e, gradualmente, acabei me afastando da maioria dessas pessoas do nosso ciclo. Eram todas elas, aparentemente, de ótima índole e algumas já haviam me avisado sobre quão tóxico ele poderia ser. O Bruxo já me causara dúvida em relação à raiz fundamental de suas atitudes. Por outro lado, sua habilidade de omitir o que importa e ludibriar, ao falar o que importa aos ouvidos alheios, me fascinava e eu invejava tamanha eloquência e perspicácia. Vendo em mim um devoto seguidor, o solitário lobo abriu uma vaga na sua carruagem para que eu embarcasse em algumas aventuras com ele. Desde então, tornamo-nos cúmplices em várias peripécias.
O tempo passou e eis que tivemos nosso primeiro conflito em relação à confiança cega. Conheci a cocaína através dele e isso não chegou ser algo relevante, já que eu sabia que se trata de uma droga cara e eu, vindo de família humilde, sabia que não podia me dar o luxo de usar uma química capaz de elevar tanto o ego. Já ele, era viciado nessa maravilha em forma de pó. Em determinado momento de nossa trajetória, eu fui despedido do trabalho, sem seguro desemprego e recorri ao bruxo pra me defender em relação à essa grana que o patrão deveria ter me pago e o mesmo me auxiliou até que eu conseguisse vencer esse valor sem necessidade de recorrer à justiça.
Metade dessa quantia recebida me foi requisitada pelo bruxo, com a promessa de me retornar a o mesmo valor em pouco tempo. De pronto, aceitei, até porque eu fui até ele em primeiro lugar, caso contrário, eu iria me conformar em sair do trabalho de mãos atadas. Foi um conflito tenso entre eu e meu chefe, diga-se de passagem. Não bastando o débito, o bruxo me persuadiu a fazer um empréstimo com o banco através de meu crédito especial. Sacou tudo quanto foi possível, na promessa de retorno. Nunca vi a cor desse dinheiro de volta e a dívida se acumulou, já que meus pais também não tiveram condição de pagar. Quando conseguiram juntar uma grana pra não deixar meu nome ficar no SPC, os juros já tinham mais que dobrado. Não chegou aos cinco dígitos, mas já tinha caminhado meio caminho até lá.
Dívida à parte, ainda éramos cúmplices de aventuras e houve um episódio extremamente marcante pra mim, onde eu me envolvi com uma garota que conheci através de outra com quem eu já ficava. Era uma conexão rasa, para ambos, mas eis que o bruxo se envolve na cena e resolve propor que a gente vá estudar morar na casa dessa garota, que morava só. Ela era lésbica, a princípio, mas acabamos ficando e, posteriormente, percebi que ela não estava mais afim de mim e, aparentemente, estava bem suscetível ao bruxo. Me limitei a expressar tal frustração através de desenhos. Nunca fui de desenhar, mas parecia apropriadamente inspirado para isso.
Mais tarde, ainda nesse episódio da morada com a desconhecida, houveram alguns maus momentos entre nós e ele me ofereceu uma coca de boa procedência, a tal nine-nine. Não sei explicar se foi a química ou a situação e o ambiente, mas eu me senti muito mais afetado, dessa vez, com uma dose muito menor da que eu já havia experimentado outrora. Em um certo momento, tive uma discussão com ela e isso se tornou em uma agressão física da parte dela. Como calado não poderia ficar, sob efeito da bendita, eu apanhava sorrindo, de sangue quente e dentes trincados, então a retribuia com questões agressivas, sem me preocupar com o quanto aquilo estava por ferir a moral da mesma. Eu não faria isso de cara, já que ela era uns cinco anos mais nova que eu.
A situação melhorou quando o bruxo teve a brilhante ideia de ligar para a polícia e reportar agressão, antes disso, ele havia ligado pra minha casa e aviso à minha mãe para reunir tantas pessoas quanto fosse possível, pois eu estava impossível de ser contido e estaria chegando lá em breve. Os homens da lei chegaram, viram a bagunça na casa, eu havia quebrado uns ovos da geladeira pela casa, quando ele ligou. Madness. Ouviram-no por um curto período e já foi o suficiente pra me algemarem e me levarem até minha casa, o bruxo me acompanhou na viatura. Desci gritando "Socorro!", já que é o nome da minha mãe. Eu já estava num estado de espírito em que não me importava mais com quase nada, nem mesmo em desrespeitar as autoridades com tamanha ironia, de pedir socorro, colocando-os em posição de quem está a me por em perigo, quando na verdade deveriam representar o oposto.
Antes de me remover as algemas, o oficial me deu um mata leão dentro de casa, sob gritos de minha vó e apelo de vários presentes pra que ele parasse com aquilo. Segui como se nada tivesse acontecido e me dirigi ao meu quarto, tirei minha roupa e saí de lá nu, na vista de todos. Peguei minha toalha e tomei um banho gelado, sem pressa em parar de receber aquele jato frio na cabeça. De fato, eu sabia que precisava estar tão sóbrio quanto possível. Saí e dialoguei com todos os presentes, como se nada tivesse acontecido. Estavam todos espantadíssimos, com minha capacidade de estar tão na boa, ao invés de rastejando por perdão pelo incidente. Como haviam bem umas dez pessoas presentes, todas elas importantes, não souberam nem o que dizer, em relação à sermões. Ao menos tiveram respeito pela situação de crise que se apresentara.
Meu pai foi o primeiro a abrir a boca, tomou a cena aos berros de uma oração e fez da situação uma justificativa para dizer que havia em mim um demônio. Como sempre o vi como hipócrita, acreditei que ele tivesse fazendo aquilo pra me defender de uma degeneração maior. Eu dei atenção aos que eu realmente gosto. A partir daquele momento, passei a agir como um animal selvagem, sempre alerta e pronto pra agir, fazia apenas o que me apetecia e não me sentia mais como um ser domesticado. A história repercurtiu por toda minha família por parte de pai e mãe, pseudointelectuais e ovelhas de cristo, respectivamente. Neste caso, não sei o que é pior, o conhecimento e o desdém ou a ignorância e a misericórdia.
Me afastei do bruxo, isso havia sido explicitamente deixado claro pelos meus pais desde o momento em que pagaram a dívida que o mesmo deixou sob meus ombros e eu ignorara. Passei a frequentar psicólogos e psiquiatras do CAPS e particulares, a fim de satisfazer meus pais, que tentavam descobrir o que havia de errado comigo. Todos diagnósticos explicitavam que eu estava são e bem consciente sobre tudo que aconteceu e eu sabia disso, assim como sabia que eles não aceitavam aquela atitude vinda de mim, o que me fez acreditar que eu poderia ter borderline. Foi uma fase complicada, me afastei de todos contatos possíveis. Todos! Desenvolvi um certo pânico, derivado da superproteção, em que eu sentia que estava sendo perseguido e que as pessoas as quais eu me considerava próximas poderiam estar em perigo. Cheguei a interpretar mensagens subliminares pra mim, na TV.
Passaram-se alguns anos e o bruxo apareceu novamente. Se aproximou aos poucos e, de repente, estávamos juntos em missões suicidas novamente. Narrando essa história, me sinto na posição daquele ser imbecil dos filmes de suspense, que sabe que vai dar merda se continuar e, mesmo assim, segue rumo ao perigo. De algum modo, ele foi a única pessoa que me entendeu, até hoje. Por mais escroto que o mesmo tenha sido comigo, eu não conseguia vê-lo como um inimigo e, mais uma vez, abri a guarda. Seguimos uma nova fase da aventura em que ele viera morar num bairro próximo de onde eu moro, com uma namorada a qual ele não ama, nem mesmo dizia ter relações e ainda dizia que se eu ficasse com ela, que era um alívio pra ele.
Várias coisas altamente insanas aconteceram. Pela primeira vez eu tinha um pico legalize pra dar um dois, beber sem me preocupar sobre onde cair morto e também dava pra levar umas parceiras. Como é de se esperar, nem tudo são flores. Eu estava à caminho do bruxo, às três da manhã, para entregar a ele uns cartões de sua namorada. Por fruto de um acaso infeliz e de um ser infernal de má índole atrás do volante, aconteceu um acidente comigo e eu quase morri. Por incrível que pareça, eu me preocupava mesmo era com minha moto, que fora destruída e estava sem seguro. Caí inconsciente e somente no outro dia fui saber o que estava acontecendo, foi quando meus pais souberam que novamente eu estava conectado com o ser o qual eles mais abominam em minha vida, chegam a dizer, com convicção, que ele é o demônio.
Levou um tempo até eu me recuperar do acidente e algumas sequelas seguem até hoje, mas eu ainda tinha contato com o abominável homem das neves do sertão. Eu sempre fui o rei da evasão, mas já tava ficando complicado inventar nome de pessoas pra justificar minhas saídas e dormidas fora. Quisera eu que houvesse uma cúmplice pra justificar como namorada, essa sorte não tive. Como se não bastasse tanta desgraça em minha vida, eu aceitei o pedido do bruxo em emprestar meu cartão de crédito ao bruxo e ele torrou mais quatro dígitos, na promessa de que ele pagaria nos meses seguintes. Ele pagou o mínimo da primeira, as restantes foram parceladas com altos juros.
Tenho passado maior perrengue pra pagar essa conta. Já fiz uma dívida alta com minha prima, pra pagar uma parcela a qual ele me deu o valor de pagar, depois pediu pra guardar e, quando pedi pra ele pegar, o mesmo disse que já havia me dado e que eu perdi. Eu tava certo de que nunca perderia uma alta quantia de dinheiro, mas acreditei no que havia me dito, já que negar também não ia dar em nada, já que não haviam provas. Atualmente, estou à uma semana com atraso na fatura do cartão e não tenho condição alguma de conseguir a grana. Hoje foi o dia que planejei contar à minha mãe sobre essa situação, na esperança de que ela pague e não me mate. O clima aqui em casa tem estado tão bom que a última coisa que eu queria fazer é estragar, mas é o preço que estou tendo que pagar, mais uma vez, pela confiança.
Não sei se posso afirmar se estou arrependido, nem sei se eu voltaria a ter contato com o bruxo. É sempre o mesmo drama mental e isso me consome como nada antes na vida. Um bônus delicioso nessa história é que na semana passada chegou uma cara em minha casa de cobrança do meu plano de saúde. Tal fatura o bruxo havia me dito pra emprestá-lo o valor de pagar e me tranquilizou dizendo que me daria o valor no início da semana, depois pediu o boleto e o restante do valor que eu tinha, afirmando que pagaria na lotérica no próximo dia útil. Bom, a cobrança já deixa bem claro que ele não teve consideração em honrar com sua palavra. Me sinto vítima de estelionato pela única pessoa que cheguei a considerar ser um amigo de verdade.
TL;DR: Confiei em um amigo único e o mesmo me causou arrependimento, ao me dar toco financeiro consecutivamente e, aparentemente, sem remorso.
Esse depoimento me faz lembrar da música Mais Uma Vez de Legião Urbana. Nela, o Renato Russo inicia com palavras que parecem levar luz aos corações desesperados e suicidas:
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã Mais uma vez, eu sei Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã Espera que o sol já vem
Em seguida, ele completa com alertas que servem perfeitamente como desfecho pra essa tragédia narrada:
Tem gente que está do mesmo lado que você Mas deveria estar do lado de lá Tem gente que machuca os outros Tem gente que não sabe amar Tem gente enganando a gente Veja a nossa vida como está Mas eu sei que um dia a gente aprende Se você quiser alguém em quem confiar Confie em si mesmo Quem acredita sempre alcança!
E quando você pensa que não tem mais saída, que tudo que foi vivido foi um erro, vem o conselho final:
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena Acreditar no sonho que se tem Ou que seus planos nunca vão dar certo Ou que você nunca vai ser alguém
E é com a letra dessa linda música, que tanto marcou minha adolescência, mas só agora parece fazer sentido visceral, que me despeço de vocês.
Salaam Aleikum ^-^
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